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As pessoas sugam o tutano da vida de inúmeras formas... um olhar objectivo sobre coisas demasiado sérias...





el mundial no “International Performer’s Competition 2006” em Brno, na República Checa. A preparação para o concurso implicou “grande responsabilidade” e, principalmente, a “abstracção de todas as coisas boas que o Verão tem”, tendo em conta que “grande parte do tempo foi passada em férias lectivas”.
Nasceu em Vizela em 1986 e foi lá que iniciou os seus estudos musicais na Sociedade Filarmónica Vizelense com os professores Costa Vieira, José Guerra, Carlos Pedro Marques e Guilherme Vieira. No entanto, os estudos de Nuno Vaz não ficaram por aqui: “Felizmente houve quem me ajudasse a ser mais do que um simples músico de banda e fez com que concorresse à ARTAVE, e isso fez-me crescer bastante”. Continua ligado à Banda Filarmónica e à Orquestra Ligeira de Vizela, sendo também professor na Academia de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense.
e um músico deve ter em conta na sua formação. “Precisamos sempre de ser bastante humildes. Infelizmente há muita gente que não tem respeito pelo trabalho de outros músicos, o respeito e a amizade são também valores muito importantes”, acrescenta.
`` 2005, em Itália, e na 17ª edição do Concurso promovido pela YMFE (Yamaha Music Foundation of Europe, 2006). Integrou diversas orquestras de jovens, sendo de destacar a Orquestra D´Harmonie da União Europeia 2007 e a Orquestra de Jovens da União Europeia (E.U.Y.O - 2004) sob a direcção de Jan Cober, Lutz Köhler e Paavo Järvi. Na temporada de 2005/2006, foi seleccionado para a L´Orchestre des Jeunes de la Mediterranée. Colaborou com a Orquestra de Câmara de Braga, Orquestra Sinfónica da Povoa de Varzim, Orquestra de Câmara do Minho, Orquestra do Norte, Orquestra do Algarve, Remix Orquestra, Orquestra Sinfonia Varsóvia e Orquestra Gulbenkian. Apresentou-se a solo com a Orquestra de Jovens de Barcelos, Orquestra dos Conservatórios Oficiais de Música, Orquestra do Norte e Orquestra Gulbenkian sob a direcção de António Baptista, Florin Totan, Alberto Lysy e Osvaldo Ferreira. É membro do Ensemble Palhetas Duplas e membro fundador do Trio de Palhetas ´Trio Animatto`, laureado com o 2º Prémio no Concurso Prémio Jovens Músicos (RDP-2005) na modalidade Música de Câmara – nível médio. Samuel é bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.
Embora ligado ao mundo filarmónico, a formação musical de Samuel não passou pelas bandas. Como o pai já era músico assim como alguns membros da família, “iria estudar música independentemente de estar numa filarmónica ou não”. O ingresso posterior no conservatório, por força dos pais, foi decisivo: “a partir daí até hoje é que tive a verdadeira formação para quem quer levar a música como uma profissão”. Para se viver no mundo musical é necessário “muito trabalho, muita humildade, interesse e dedicação”. No caso particular do estudo do Oboé, é fundamental ter “muita paciência no início visto que é também um instrumento de enorme dificuldade”, principalmente no que respeita à “construção de palhetas”. 
A estudar em Castelo Branco, na Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART), tal como os outros colegas do Quarteto, Paulo Ricardo frequenta o terceiro ano da licenciatura em Clarinete, na classe do professor Carlos Alves. Satisfeito com o estabelecimento de ensino que escolheu, considera que “é uma Escola que em Música tem muito companheirismo, as pessoas conhecem-se, dão-se todos muito bem. O ambiente é bom para estudar, é calmo, não há stress. Há tempo para tudo!”. Mas o principal motivo por que optou pela ESART foi o professor Carlos Alves, a referência da escola francesa que procura seguir: “o meu professor como humano é muito acessível e apoia-nos. Como instrumentista é muito bom, é um exemplo a seguir.”
ista de uma menção honrosa com o Quarteto Índigo num concurso internacional em Itália e o Prémio Jovens Músicos; a conquista do 1º Prémio da Banda de Amares num concurso em Itália e, recentemente, a entrada na Orquestra de Sopros da União Europeia, sob a direcção de Jan Cober. Passou também pela Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música; Orquestra Nacional de Sopros dos Templários; Orquestra do Norte; Orquestra de Câmara de Braga; Orquestra Sinfónica de Viana do Castelo; Orquestra Juvenil de Barcelos; Orquestra do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga e Orquestra Sinfónica da ESART .
e no Festival Internacional de Castelo Branco, Primavera Musical em 2007. Destaca-se a sua presença no "8° Festival Internazionale dei Duchi d'Acquaviva - Atri - Italia", onde conquistou o 4º lugar. 
m ele…”, diz o jovem violinista. Venera grandes lendas do violino como David Oistrakh, Heifetz, Itzhak Perlman e Maxim Vengerov. Admira também Gerardo Ribeiro e Aníbal Lima, com quem “desejava muito estudar”. Todavia, não esquece o professor Joaquim Matos, definindo-o como o “ídolo”, que o ajudou e muito fez por ele.
rojectos não se ficam por aqui. Desde pequenino que Félix Duarte sonha ser maestro. Tocar numa grande orquestra seria também “algo realmente fantástico”, embora se note cada vez “mais rivalidade entre os músicos nas orquestras, o que é bastante mau.” Por isso o ideal seria “fazer parte de uma orquestra grandiosa mas com um enorme espírito de companheirismo e acima de tudo todos quererem realizar a melhor música possível”. Espera agarrar as oportunidades num mundo “complicado”, mas salienta que “quando se ama a música de verdade, vale a pena lutar por ela”. 
Simon Breyer
Tod Scheldric
Nuno Vaz







