quarta-feira, julho 28, 2010

Mulheres

e
Mulheres!!!

Recorda que ... uma camada de pó protege a madeira dos móveis ... E que uma casa se transforma num lugar quando podes escrever "amo-te" em cima do pó.

Eu passava pelo menos 8 horas cada fim de semana para deixar tudo perfeito, "para se vier alguém". Afinal, entendi que "ninguém vinha" porque todo o mundo estava a disfrutar da vida e a divertir-se!!

Agora, se vem alguém, não tenho que explicar em que condições está a minha casa: estão mais interesados em ouvir as coisas que fiz enquanto desfruto da vida e me divirto.

Porque se não deste conta ... A vida é curta: Diverte-te!

Com todas as praias que há para nadar e montanhas para escalar, rios para navegar, cerveja para tomar, música para ouvir, livros para ler, amigos para gostar e vida para viver, ... !


sexta-feira, junho 18, 2010

terça-feira, maio 18, 2010

quinta-feira, março 18, 2010

Reflexão de João Pereira Coutinho

EXCELENTE REFLEXAO

por João Pereira Coutinho, jornalista.

"Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas. Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar. Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.

Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito.
É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.

Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac.
É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima.

Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!
"

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

segunda-feira, janeiro 18, 2010

domingo, janeiro 10, 2010

terça-feira, agosto 18, 2009

Notícias sobre a reestruturação do ensino da música


Aos cidadãos interessados na questão da reforma do ensino
especializado da música;

Aos cidadãos para quem a cultura é um valor inalienável


Foi publicado no passado dia 4 de Julho o despacho º 18041/2008,
Diário da República, 2ª série, nº128, que regulamenta as normas de
matrícula para o ano lectivo 2008/2009, no âmbito do regime supletivo
dos cursos do ensino especializado da música. Remetendo-vos para uma
leitura na íntegra do documento, que se junta em anexo, salienta-se os
seguintes aspectos:

1. de acordo com o despacho, por matrícula considera-se o ingresso,
pela primeira vez, num curso básico e secundário de música em regime
supletivo - abrange portanto todos os novos alunos que tenham feito
acesso e sido admitidos aos conservatórios.
Embora não esteja claro (e
aguarda-se uma resposta a esta questão), abrangerá também,
provavelmente, os alunos que mudam de ciclo, ou seja, poderá estar em
causa a continuidade de estudos no curso complementar de música a um
aluno que concluiu o curso básico (5º grau) e que esteja fora das
condições que seguidamente se enunciam;

2. o acesso aos conservatórios no regime supletivo está vedado a
alunos com idades superiores a 18 anos
, assim como a alunos que não
estejam a frequentar um outro curso básico ou secundário
; como se
enquadra o curso de canto neste despacho? e alunos que, oriundos de
outros instrumentos querem reformular a sua opção e começar a estudar
instrumentos cuja escolha implica uma maior maturidade, nem que seja
pelo facto de serem pouco conhecidos (alaúde, viola da gamba,...);

3. o grau correspondente ao curso de música terá de ser equivalente ao
grau frequentado no ensino básico ou secundário
(1º grau para alunos a
frequentar o 5º ano de escolaridade; 2º para o 6º; 3º para o 7º; 4º
para o 8º; 5º para o 9º; 6º para o 10º; 7º para o 11º; 8º para o 12º).
Para casos considerados excepcionais (alunos com capacidades de
aprendizagem excepcionais) admite-se um desfasamento máximo de dois
anos entre o grau de ensino da música e o do ensino regular;

4. os alunos terão que frequentar obrigatoriamente todas as
disciplinas do plano de estudos.
Isto implica, no caso dos alunos do
ensino secundário, uma carga horária de cerca de 12h semanais na
escola de música, que se irá somar à carga horária do ensino regular
(acrescendo ainda o tempo necessário ao estudo em casa, no curso
secundário e no curso de música).

As condições expressas no despacho revelam:
que os projectos de reformulação efectuados pelas escolas foram
completamente ignorados
- ou seja, continua-se a fundar a
reestruturação do ensino da música em pareceres e decisões de quem
está fora do sistema;

que o desígnio inicial do Ministério em anular o regime supletivo está
consagrado
(não explicitamente, uma vez que o regime é possível mas
implicitamente pois a sua exequibilidade é quase nula);
que a especificidade deste ensino, embora proclamada no preâmbulo do
despacho, 2º parágrafo, está completamente posta em causa (aliás, o
objectivo deste despacho é '(...) a inserção deste domínio de ensino
[o da música] no enquadramento geral em vigor para os níveis de ensino
básico e secundário.' - 1º parágrafo - triste desígnio para justificar
uma reestruturação!);

que o curso de canto ou foi anulado ou está esquecido - o que fazer om
os alunos que entretanto se candidataram?;
que, de facto, futuros Mários Laginha estão completamente
impossibilitados de se candidatarem às escolas do ensino especializado
da música.

As direcções das escolas públicas de música já reagiram a este
despacho, através de um documento conjunto que foi enviado ao
Ministério - está-se a aguardar uma resposta da tutela.

É necessário
que a comunidade escolar - alunos, professores, pais e encarregfados
de educação se mobilize de novo. Os encarregados de educação já
tomaram a dianteira e elaboraram um comunicado que juntamos em anexo.
Estão a ser pensadas outras medidas que brevemente serão transmitidas
e aceitam-se igualmente sugestões. Importante para já é divulgar o que
está a contecer - a outros pais, alunos, professores, pessoas amigaas
e conhecidos, particularmente a todos os que possam fazer ouvir as
muitas vozes do descontentamento.

Fait divers...
Provavelmente muitos de nós terão recebido nas caixas de correio nos
últimos dias publicidade aos cursos das 'Novas Oportunidades. Aprender
compensa'...

É fantástico e fundamental que o ensino técnico reentre no léxico da
formação de jovens. E na lista de cursos surge, em 2º lugar, nas
artes, o curso de instrumentista... Diz-se que o 9º ano é só o começo,
ou seja , o único pré-requisito. Estes hipotéticos alunos serão então
colocados num 6º grau de instrumento ad-hoc? Em que escolas? Em que
contexto formativo?
É um facto que já existem cursos de música a nível
superior em que não há pré-requisitos musicais exigidos...

Por que
teria de haver no secundário? Será sem dúvida uma porta aberta para
qualquer coisa... Mas os alunos que actualmente querem continuar uma
formação que já tem raízes mais antigas - iniciaram o estudo do
instrumento alguns anos atrás e, chegados ao 10º ano de escolaridade
querem, como diz a Benedita Gonçalves no comunicado da associação de
pais, ter portas abertas e conciliar outra formação com o estudo da
música, terão de se armar em super heróis
, tomar provavelmente muitas
vitaminas, aditivos e outras coisas acabadas em minas, como
anfetaminas talvez, para poderem sobreviver à carga horária brutal que
lhes será exigida.


Talvez seja o preço a pagar por serem jovens
esforçados, com horizontes largos e que consideram com seriedade a sua
formação intelectual e artística, e isto sem menorizar quem faz logo
uma escolha nesta fase pela profissão de músico e ingressa num regime
integrado, embora não seja a maioria dos casos.

Sendo a fraca qualificação dos portugueses um dos grandes handicaps do
país, é de lamentar que se corte as pernas a quem tem pernas para
fazer duas formações paralelas numa fase da vida em que as decisões
futuras muitas vezes não podem ainda ser exclusivas
(ninguém no
ministério da educação aprendeu nada sobre as questões e inquietações
da adolescência?).

É um desperdício para o país ter doutores, engenheiros, professores,
escriturários, contabilistas, etc, que tenham um curso dos
conservatórios ou formação musical exigente? De que se alimentam, por
exemplo, muitos coros amadores, semiprofissionais e profissionais (um
exemplo recente é o do Orfeão de Coimbra que conquistou há dias um
primeiro prémio num concurso internacional - mas não é o único); e
muito da música ligeira;...; como se forma público informado e
melómano? Como se alimenta e diversifica a indústria da música (ou vai
começar a ser tudo e cada vez mais pimba?). Para já não falar que ter
dois cursos na mão, em que um deles dá competências factuais e não só
um diploma - o da música, será uma mais valia numa sociedade em que o
desemprego está a aumentar e cada vez mais um diploma não é garante de
coisa alguma.

E se ficarmos desempregados, ao menos sempre poderemos
ir para o metro tocar ou cantar com qualidade, afinados e com um
repertório rico e variado. Economicamente terá seguramente maior
viabilidade... Se nos tiram os cursos de música, arriscar-nos-emos a
ser presos por atentado ao bom ambiente sonoro dos espaços públicos -
ou talvez não, pois o público informado também será diminuto. Humor ou
falta de graça à parte, a questão é séria e exige reacção.

Desculpem a missiva longa. Faço-a na qualidade de professora do ensino
da música, não tendo sido mandatada por ninguém nem em representação
de ninguém, embora muito do que escrevi seja partilhado por muitos
colegas, alunos e pais. Está-se a formar uma comissão no Conservatório
Nacional para emitir uma posição da comunidade escolar, fora dos
orgãos executivos da EMCN. Será divulgada em breve.

Só me resta agradecer quem teve a paciência de ler este meu desabafo
e, se acharem pertinente, façam-no circular pelos vossos contactos, ou
então somente o comunicado da Associação de Pais, relativamente ao
qual fui autorizada a fazer o envio. E agradeço que o leiam, esperando
que este meu palavreado não vos tenha disso dissuadido.

Cordialmente
Helena Lima

quinta-feira, julho 23, 2009

Revisão de Textos

Faço correcção/revisão de textos (trabalhos escolares, relatórios, teses, declarações, trabalhos científicos, textos...)

Também faço trabalhos escritos, históricos, biografias, tudo o que envolva escrita!

Preço muito acessível!

Contactem-me através do email sb.textos@gmail.com

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Artigo de Ricardo Araújo Pereira na Visão

Opinião de Ricardo Araújo Pereira
Circunspecção de mau gosto


"Julgo que a opinião da directora da DREN, Margarida Moreira, segundo a qual a ameaça a uma professora com uma arma de plástico foi uma brincadeira de mau gosto, é uma brincadeira de mau gosto. Mais uma vez se prova que a crítica de cinema é extremamente subjectiva. Eu também vi o filme no YouTube e não dei pela brincadeira de mau gosto. Vi dois ou três encapuzados rodearem uma professora e, enquanto um ergue os punhos e saltita junto dela, imitando um pugilista em combate, outro aponta-lhe uma arma e pergunta: «E agora, vai dar-me positiva ou não?» Na qualidade de apreciador de brincadeiras de mau gosto, fiquei bastante desapontado por não ter detectado esta antes da ajuda de Margarida Moreira.

Vejo-me então forçado a dizer, em defesa das brincadeiras de mau gosto, que, no meu entendimento, as brincadeiras de mau gosto têm duas características encantadoras: primeiro, são brincadeiras; segundo, são de mau gosto. Brincar é saudável, e o mau gosto tem sido muito subvalorizado. No entanto, aquilo que o filme captado na escola do Cerco mostra aproxima-se mais do crime do que da brincadeira. E os crimes, pensava eu, não são de bom-gosto nem de mau gosto. Para mim, estavam um pouco para além disso – o que é, aliás, uma das características encantadoras dos crimes. Se, como diz Margarida Moreira, o que se vê no vídeo se enquadra no âmbito da brincadeira de mau gosto, creio que acaba de se abrir todo um novo domínio de actividade para milhares de brincalhões que, até hoje, estavam convencidos, tal como eu, que o resultado de uma brincadeira é ligeiramente diferente do efeito que puxar de uma arma, mesmo falsa, no Bairro do Cerco, produz.

O mais interessante é que Margarida Moreira, a mesma que agora vê uma brincadeira de mau gosto no que mais parece ser um delito, é a mesma que viu um delito no que mais parecia ser uma brincadeira de mau gosto. Trata-se da mesma directora que suspendeu o professor Fernando Charrua por, numa conversa privada, ele ter feito um comentário desagradável, ou até insultuoso, sobre o primeiro-ministro. Ora, eu não me dou com ninguém que tenha apontado uma arma de plástico a um professor, mas quase toda a gente que conheço já fez comentários desagradáveis, ou até insultuosos, sobre o primeiro-ministro. Se os primeiros são os brincalhões e os segundos os delinquentes, está claro que preciso de arranjar urgentemente novos amigos."

Propaganda a Motel


quarta-feira, fevereiro 11, 2009

domingo, janeiro 11, 2009

sábado, dezembro 20, 2008

Nelson Évora

"Nelson Évora já tem um lugar garantido na história do desporto nacional. Afinal, até agora só outros três atletas tinham conseguido trazer para Portugal uma medalha de ouro olímpica. Se os seus méritos desportivos são inquestionáveis, já a sua bondade não deixa de surpreender.
Antes de partir para Pequim, o atleta português nascido na Costa do Marfim competiu em Espanha, onde o seu rival cubano na conquista das medalhas dos Jogos Olímpicos, revelou problemas físicos por não ter palmilhas. Nelson Évora prometeu-lhe então que trataria de resolver o problema. E assim o fez. Já em Pequim ofereceu ao cubano as palmilhas que lhe permitiriam saltar sem problemas. Durante a competição o atleta de Fidel Castro chegou a estar à frente na luta pelas medalhas.

«O cubano estava sem equipa de fisioterapia para o apoiar e sem conseguir saltar. Disse-lhe que lhe fazia chegar umas palmilhas para ver se ele conseguia saltar nos olímpicos. Quatro dias antes da qualificação recebi as palmilhas e dei-lhas. Pôde treinar com elas e ficou em quarto lugar. O desporto é assim: dentro da pista tentamos ser os melhores e fora da pista temos de ser uns para os outros. É o espírito desportivo, o espírito olímpico», confessa Nelson ao SOL.
Num mundo onde ganhar a todo o custo é regra, é bom saber que há quem tenha valores e que não põe a glória à frente de tudo. A solidariedade demonstrada por Nelson Évora revela um grande campeão. Que não tem medo da concorrência, que prefere lutar com os seus adversários a vê-los ficar de fora por não terem umas simples palmilhas. Atingir o ponto mais alto da montanha, como o atleta descreve a conquista da medalha de ouro, tem outro sabor quando todos partem em igualdade.
Os melhores não precisam de jogar sujo para vencer. Se Nelson Évora é um exemplo para a juventude pelas suas vitórias, estou em crer que mais o será pela sua atitude. Está duplamente de parabéns."

Antártida




Boate

sábado, outubro 04, 2008

Limpeza Alternativa

"A Terra está poluída. O ar, a água, o solo e, consequentemente, os alimentos estão contaminados pelos efeitos nefastos das acções humanas, que vão desequilibrando o ambiente. Precisamos de reverter este quadro, pensando, com responsabilidade, nas nossas escolhas e acções. Vivemos numa nave única, um planeta que já dá mostras evidentes de que, diante de tantas agressões, o equilíbrio torna-se mais difícil a cada momento. Precisamos, então, de repensar, reflectir e reorientar as nossas escolhas.

Uma fonte importante de poluição ambiental, que afecta tanto a nossa saúde como a saúde do planeta, é a escolha do que usamos para limpar a nossa casa. Na sua maioria, os produtos de limpeza são fabricados com substâncias derivadas da indústria petroquímica, reconhecidamente uma das maiores fontes de poluição das águas e da atmosfera. Os líquidos coloridos e perfumados escondem vários componentes nocivos. Será que precisamos mesmo desses produtos? Por que não utilizar soluções mais naturais e económicas?

Depende de nós diminuir a quantidade de elementos tóxicos que chegam às águas, ao ar e ao solo da Terra, através dos ralos das nossas cozinhas e casas de banho, e também do ar da nossa própria casa. A cada dia chegam ao mercado produtos de limpeza mais fortes e teoricamente mais eficientes, mas que são fontes de desequilíbrio, e de doença, para o organismo humano e para o planeta.

A Agência de Protecção ao Meio Ambiente dos Estados Unidos afirma, em relatório, que a poluição do ar interior das casas é um dos problemas de saúde ambiental mais importantes do país. A maioria das casas possui uma concentração por aérea de substâncias químicas nocivas de 2 a 70 vezes mais alta do que os ambientes externos, porque os produtos de limpeza e de higiene libertam vapores tóxicos quando são usados. Foram detectadas 150 substâncias químicas nas casas, com as quais as pessoas entram em contacto sem os cuidados e a protecção dos laboratórios (luvas, máscaras, óculos, etc.), já que são as mesmas substâncias químicas manuseadas em laboratórios. E este quadro é o mesmo em Portugal. Por isso, quando pensar em limpar a casa, pense também na saúde do seu corpo e do planeta, escolhendo produtos simples e naturais, que não aumentem ainda mais a poluição existente. Assim podemos limpar não apenas a nossa casa, mas também ajudar a limpar o planeta.

Soluções Alternativas:
Limpar Tudo: Solução de 4 colheres de sopa de bicarbonato de sódio num litro de água morna. Adicionar uma colher de sopa de vinagre branco, ou sumo de limão, para dissolver a gordura.

Desentupir a pia: Deitar no ralo um punhado de bicarbonato de sódio, algumas colheres de vinagre branco e água a ferver.

Limpar o forno: Misturar bicarbonato de sódio, sal, água quente e vinagre, e passar com uma esponja. Remover com um pano.
Limpar os vidros: Passar uma solução com água e vinagre, e depois usar jornal para dar brilho.
Desodorizante de ambiente: 4 colheres de sopa de vinagre num pratinho colocado sob um móvel. As plantas também funcionam como óptimos purificadores do ar.
Para encerar: Misturar uma parte de óleo vegetal, como a linhaça, com outra parte de sumo de limão ou vinagre, e aplicar com uma flanela.
Para limpar carpetes: Fazer uma solução de água com vinagre branco.

Para lustrar móveis: Fazer uma solução de uma parte de sumo de limão e duas partes de óleo vegetal. Dar brilho com uma flanela.
Desinfectante sanitário: Misturar bicarbonato de sódio com vinagre.
Limpar pratas: Mergulhar o objecto num recipiente com água morna, uma colher de chá de bicarbonato de sódio e uma colher de sal. Dar brilho com um pano macio.

Limpar cobre: Esfregar uma mistura de limão e sal, lavar e secar com um pano bem limpo.
Limpar bronze: O sumo de limão clareia qualquer peça de bronze, que deve ser enxaguada em seguida.

Limpar objectos dourados: Utilizar, esfregando, limão ou uma mistura de água e vinagre em partes iguais.
Limpar objectos de latão: Polir as peças com molho inglês e, para conservar o brilho, esfregar azeite.

Limpar fórmica: Para tirar manchas de tinta esferográfica, e deixar a fórmica limpa, esfregar com álcool ou com uma solução de água com vinagre.
Espantar moscas e mosquitos: Folhas de louro, eucalipto e manjericão, maceradas em água ou espalhadas pelo ambiente.

Evitar traças: Usar cânfora, em vez de naftalina. É tão eficiente e menos tóxica.
Afastar pulgas: Lavar os animais de estimação com água e sabonete (de preferência, feito com óleo de neem, que possui uma acção repelente sem ser tóxica). Enxugar. Aplicar a seguinte solução para manter as pulgas à distância: 2 colheres de sopa de alecrim fervidas num litro de água. Espalhar também pela casa folhas de erva-de-Santa-Maria e poejo.

Afastar os parasitas das plantas: Colocar no liquidificador 3 cebolas, 1 cabeça de alho, 2 pimentas-malagueta e 1 colher de sabão em barra. Bater com meio litro de água e espalhar esta mistura nas plantas. Pode-se também colocar alguns dentes de alho num pouco de água (se possível, de chuva) e deixar impregnar por cerca de dez dias. Usar, então, em um spray, para pulverizar as plantas.

Amaciador de roupa: Ao enxaguar a roupa, colocar meio copo de vinagre branco na última água. Além de amaciar, o vinagre realça as cores e impede que manchem.

Pasta de limpeza: Em vez de desperdiçar os restos de sabão (de preferência, biodegradável), reaproveite-os numa excelente pasta de limpeza. Basta deixar os restos de sabão de molho num pouco de água (o necessário para formar uma pasta) e, depois, misturar uma colher de vinagre e duas colheres de açúcar. Está pronta a sua pasta de limpeza!

Adubo natural: Um verdadeiro adubo para as plantas pode ser obtido com substâncias normalmente desprezadas e desperdiçadas. A água onde cozinha as batatas (sem sal e fria), a água da lavagem do arroz, os restos de chá preto, borra do café - tudo isso funciona como um excelente adubo. Da mesma maneira, as cascas de batata e de cenoura podem ser colocadas directamente nos vasos para ajudar o desenvolvimento das plantas.

Passar bem: Produtos que facilitam a passagem de roupa contêm, geralmente, muitas substâncias tóxicas e perigosas. A solução feita com uma colher de sopa de polvilho dissolvida num litro de água cumpre o mesmo objectivo, ao ser aplicada nas roupas a serem passadas, sem poluir.

Pesticida natural: Ferver folhas de ruibarbo, durante meia hora, em quatro litros de água. Acrescentar uma colher de chá de sabão de coco, para a mistura aderir às folhas e expulsar os pulgões.

Tira cheiros: Numa divisão recém-pintada, o cheiro da tinta fresca desaparecerá mais depressa se deixar no ambiente uma bacia cheia de água com algumas rodelas de cebola ou folhas de laranjeira.

Tirar "ruído": Se a porta estiver a ranger, fazer uma mistura de raspa de grafite (ponta de lápis) e algumas gotas de óleo de cozinha. Colocar aos poucos nas dobradiças, fazendo um movimento de abrir e fechar a porta, para que a mistura penetre bem nas dobradiças.

Tirar manchas: Manchas de gordura são retiradas com uma mistura de água quente com sabão e umas gotas de detergente (de preferência, biodegradável). Lavar e, se restar algum vestígio, polvilhar talco e deixar por algumas horas; esfregar um pedaço de cebola também resolve. Manchas de frutas e doces desaparecem com álcool ou vinagre branco, e manchas de tinta de escrever devem ser lavadas com leite. Na falta do leite, também pode ser usado um punhado de sal humedecido com limão e colocado sobre a mancha, lavando-se em seguida. Manchas de café desaparecem esfregando imediatamente, e com paciência, uma pedrinha de gelo até que a mancha suma.

Tirar humidade: Colocar um recipiente com pedaços de carvão no fundo dos armários, ou então pendurar pedaços de giz. Sempre com o cuidado de não sujar as roupas.

Fórmula mágica: A velha combinação de água quente e sabão (de preferência, biodegradável) continua a ser o melhor detergente. Limpa pisos de cerâmica, ladrilhos e azulejos, tira manchas de parede e a gordura das superfícies. E, melhor ainda, não ajuda a poluir a Terra."

segunda-feira, agosto 18, 2008

Novo endereço de Sanhas

O blogue Sanhas tem um novo endereço:

http://sanhas.wordpress.com/

O acontecimento é imprevisível

"Para o nascimento e para a morte não há explicação plausível porque não há sentido racional que os compreenda numa lógica causal, num antes e num depois. Por isso, a notícia é no mundo moderno o negativo da racionalidade, no sentido fotográfico do termo. O racional é da ordem do previsível, da sucessão monótona das causas, regida por regularidades e por leis; o acontecimento é imprevisível, irrompe acidentalmente à superfície epidérmica dos corpos como reflexo inesperado, como efeito sem causa, como puro atributo."

Adriano Duarte Rodrigues